quarta-feira, 29 de outubro de 2014

#16 - Aventuras na Quadra de Tênis

Oi meu povo!! Estamos de volta depois de um período sabático em que muita coisa nova ocorreu: pequenas viagens pela América, a adoção de um bebê cão (o nosso amado Luke), um roubo ao nosso apartamento e a decisão de uma mudança de domicílio (que ocorrerá em breve)... Mas tudo isso vai ser contado com calma ao logo de outros posts que, honestamente, espero que escrevamos numa freqüencia mais decente, né marido?!

Enfim... hoje o post não tem nada a ver com isso... tem a ver com uma situação engraçada que ocorreu há mais ou menos uma semana. E tem a ver com o o jeito americano de levar qq esporte MUITO a sério... A coisa chega num nível inimaginável... Vamos lá.

Eu e as minhas amigas queridas Daiane, Maurien, Michelle temos procurado manter uma rotina regular de "jogar" tentar bater a bola de tênis de um lado pro outro da quadra. Encaramos esse momento mais como uma oportunidade de exercitar o corpo e botar o papo em dia, tal... coisa de menina... E usamos as quadras do centro de tênis do Memorial Park (um parque bem grande aqui de Houston). Você paga a pechincha de apenas 6 dólares e tem direito a jogar 1,5h nas quadras. Olha um pedaço dele aí na foto abaixo.



Lá tem mais ou menos umas 20 quadras e, geralmente, o moço da recepção colocava a gente nas quadras de 15 pra cima, um pouco mais afastado do prédio central e onde nunca tivemos muitos problemas quando umas 387 vezes por jogo deixávamos a nossa bolinha escapar pra quadra ao lado.. ou, às vezes, duas quadras ao lado... três... enfim... Acho que deu pra entender que a gente não tava naquele nível Sharapova do tênis... rs. Maaaaaas eis que na semana passada, o mocinho da recepção, meio que reconhecendo a gente q tava ali com frequência diz:

- Ok, vcs estão na quadra 18.
- Tá
- Quer dizer... Olha só... A quadra 01 também está vazia, vou transferir vocês pra lá... assim vcs não precisam se deslocar láá pra 18

A quadra 18 nem é tão longe assim, mas pensei: Uhull!! (comemorações interiores), hoje a quadra 1 é nossa! Vamos ficar na cara do prédio! Finalmente nos reconheceram como boas clientes!

Até essa hora só estávamos eu e Maurien. Daiane estava fazendo um curso e não iria naquele dia e Michelle estava a caminho. Logo mandamos msg no WhatsApp: Hoje é na quadra 01! E nos dirigimos pra lá.

Chegando no portãozinho da quadra, a nossa dificuldade de abrir o dispositivo simples da porta já era um sinal de que tinha algo estranho no ar. Meio sem jeito pq tinham várias pessoas olhando, resolvemos encarar a dificuldade de abrir o portão como "essa carniça deve estar trancada, vamos entrar pelo portão da quadra 5). Ai lá fomos nós... passamos por uma mini arquibancada em frente a quadra 4, demos tchau prum cachorrinho que estava lá esperando a dona terminar de jogar e, entendendo o dispositivo de abrir o portão, entramos pela quadra 5.

De repente, nao mais q de repente, todas as bolinhas de tênis pararam de rolar de um lado pra outro. Todo mundo começou a olhar pra gente... Aí eu e Maurien nos entreolhamos... pq tava realmente uma coisa meio estranha... quadras 5, 4, 3 e 2, cada uma com duplas de mulheres com aquelas sainhas típicas, viseira e sua requete wilson ou babolat, ou head pro-duo-plus-master-blaster-ja-falei-que-é-pro todas paradas. Nos olhando. Aí a Maurien, dando até uma jogadinha de cabelo charmosa fala:

- Eles devem estar achando que a gente é famosa, menina.

- É mesmo... (Comecei até a dar uma desfiladinha em direção a quadra 1... não tava acostumada com aquela popularidade lá pelas bandas da 18 quando uma voz qause que do além, diz "Hey")

Era a menina na mini arquibancada da quadra 4.

- Voces não podem passar aí não. Deveriam ter dado a volta porque vocês estão PERTURBANDO o jogo.

- Ah.. ok... desculpa... (Mas meu eu interior estava gritando: É O QQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQQUUUUUUUUUUUUEEEEEEEEEEEEEEE rapaz? Atrapalhando o jogo... gente, tem mais de 5 metros de distancia daqui pra essa quadra... eu vou dar é uma voadora na sua cara, meu bem...). Olhei pra cara de Maurien... senti que o sentimento era o mesmo.

Depois de acalmado o animo, de ter xingado aquelas moças mentalmente 23x e do nosso desfile murcho até a quadra 1, começamos a tirar as nossas 11 bolas da bolsa (sim! eu disse 11... a gente não quer ir ficar catando bola lá longe toda hora... justo, não?) e eu saco minha raquete Wilson do combate ao câncer de mama que estava na promoção no Outlet... Vamos jogar, gentchy!

Já meio tímida, porque nas quadras anteriormente mencionadas, cada jogo tinha uma e somente uma bola (erros? Inexistentes... bola só colocada)... raquetes de primeira e roupas adequadas, constatei que eu com minha calça folgada da Adidas, daquelas que parece que vai dançar street dance, e sem viseira não estava adequada ali. O negócio era PROFISSIONAL, bebê... Mesmo sendo terça-feira a noite não valendo nada. Eu tenho a impressão que nem Serena Williams seria poupada caso cometesse o ABSURDO de passar a 5 metros da quadra, colada na grade, como nós estavamos.

Com o emocional abalado, hahahaha, nós não estavamos conseguindo jogar o nosso "melhor" jogo. E o que já não era uma maravilha... vcs podem imaginar como ficou... Pra resumir o q se deu em seguida em uma cena, conseguimos a peripércia de jogar a bola sobre a grade de contenção que fica atrás da quadra... a bola caiu no meio do jogo de outras profissionais (inclusive uma colega do trabalho estava nessa quadra... quer dizer... não tenho palavras pra descrever o nivel do mico). Uma das meninas ficou procurando de quem era a bola e deu um chutinho pra quadra do lado... porque era inimaginável que a bola pudesse vir da gente. Caladas estávamos... caladas permanecemos... e caladas concordamos que era melhor voltar com 10 bolinhas pra casa do que pagar aquele mico de dizer: "Ei, essa bolinha aí é nossa". hahaha

O ponto positivo de tudo isso foi que a gente corria igual a condenada caso sonhássemos que a bolinha tivesse uma chance de pegar a trajetória da quadra do lado... o que nos rendeu o melhor exercício aeróbico de todas as vezes que nos reunimos!

E é claro que ficou a lição aprendida... esporte nos states é levado a sério... você tem uma noção por aquele vídeo que eles fizeram pra copa... do "I believe we will win". Até vc acredita quando assiste o vídeo... mesmo sabendo que os EUA tem pouquissima tradição nesse esporte.

Semana que vem se o cara vier com "vou botar vocês na quadra 01", vou dizer que não obrigada... me bote na quadra 1837 (ou mais longe) junto com os aprendizes de amadores. Vai ser mais divertido...

Aff fiquei tensa durante aquela 1,5h... Michelle, que chegou nesse meio tempo, resolveu até parar de jogar e ir desenhar (atividade que ela é fera e detonaria qualquer daquelas profissionais amadoras metidas a ganhadoras de Wimbledon). rsrsrs ;)

Gente, por hoje é só! Espero que tenham se divertido um pouco e dado boas risadas. Beijooo

segunda-feira, 17 de março de 2014

#15 - Contar em Inglês... Você acha que sabe?

Oi pessoal!! E como vai essa força?

Quem acha que eu sou meio maluca por estar fazendo uma pergunta meio boba, porque qualquer bebê pode contar em inglês, pense de novo.

Desafio você a falar rápido o valor de $ 2,418,560.00 em inglês. Tentou? Sério, tente aí!! Você vai sentir na pele a nossa dificuldade diária, hahauhau.

Para quem ainda não sabe (!) eu e Luizinho somos engenheiros, e na engenharia, inevitavelmente vc tem que lidar com números, frações, quebrados, pontos e vírgulas. Até então isso nunca tinha sido um problema, afinal desde a época do vestibular que já sabia que seria (e queria que fosse) assim. Masss... eis que vem a roda viva e me joga pra ter uma vida profissional nos States.

Já não bastasse ter que aprender o nome das benditas moedas, que não se chamam simplesmente centavos como no Brasil, ainda trabalho numa função em que preciso lidar muito com valores e seus centavos.


Eu me embanano completamente! Já perdi a conta de quantas vezes em uma reunião eu recalculo os valores, aplico as margens percentuais, e... na hora de falar o valor final que todo mundo tá esperando dá "aquele câimbra" na língua, e eu começo a falar tudo errado. Falo de centenas quando quero falar de milhares e vice versa. Falo de milhares quando devo tratar de milhões, e por aí vai. Outro dia mesmo ocorreu o seguinte diálogo numa reunião:

- Colega: Lorena, vc pode simular o caso de revertermos a contingência de 5% para 3%, movermos as horas de treinamento do gerente para o líder, reduzindo a margem bruta em 5%.
- Eu: (cliques frenéticos no computador, função atingir meta no excel, alguns cliques no mouse, mão suando, porque como já falei antes as reuniões aqui começam a acabam no horário e... o número 150100 finalmente aparece na minha tela. Começo a falar) Considerando esse cenário o valor cai de 169 mil para aproximadamente 1 milhão e quinhentos mil dólares (fifteen hundred thousands).

Percebendo que o pessoal começa a se entreolhar percebo que falei uma maluquice e corrijo até dando um gritinho de susto misturado com ansiedade de falar certo:

-Eu: QUINZE mil dólares (fifteen thousands)... digo CENTO e cinquenta mil dólares (one hundred and fifty thousands). Ah, vou projetar na tela pq acho que ficou meio confuso... me passa o cabo aí colega 2.

Desse momento em diante eu só clicava no número e mudava a cor da fonte pra vermelho pra eles verem o novo valor simulado, huahauahauha. Agora já tô um pouco melhor, mas por um tempo eu só mostrava os números para evitar pagar mico.

Como dizia aquele programa das antigas: parece mentira, mas não é. Principalmente porque aqui, toda hora o pessoal usa uma terminologia diferente pra dizer a mesma coisa. Por exemplo, eles tem o hábito de contar as coisas em centenas. Para falar dois mil reais, por exemplo, eu jamais falaria 20 centenas de real. Aqui é super comum o povo falar twenty hundreds of  dollars. Simplesmente os palitinhos não se movem corretamente e 20 centenas vira 20 mil rapidinho (não 2 mil como deveria ser) .

Sem contar a gíria: 2 thousands também pode ser 2 grands... 2 dólares pode ser 2 bucks... Quando vc tem que falar uma vez, ok... mas imagine isso no dia-a-dia, dezenas de vezes ao dia...


Sem contar a maldita virgula... Aprendi desde os 6 anos, quando brincava de quadro valor de lugar, que quem separa a parte inteira da decimal é aaaaaa: vírgula! Certo? Nãããão. Aqui o separador decimal é definido como o ponto, a vírgula é separador de milhar.

Agora, quer dizer: apenas tudo ao contrário. É um verdadeiro trava cérebro!

Cansa a mente, minha gente...


A minha solução paliativa, quando não quero me arriscar de jeito nenhum, é  falar número por número, seguido de vírgula e ponto. Devo ficar parecendo que tenho dificuldades de aprendizado, hahaha, mas é a zona de segurança. De um até nove eu consigo, né? Acho... rs.

Beijos e até a próxima! Já temos dois posts engatilhados aí, hein? Fica o teaser...

segunda-feira, 3 de março de 2014

#14 - Fazer a unha pode ser uma experiência única

Oi pessoal!

E como estão os festejos de momo no Brasil? Por aqui fomos arriscar um carnaval do Brasil no sábado passado pra não passar em branco! Ainda mais que os últimos 3 carnavais eu e Luiz estivemos juntinhos no carnaval de SSA, curtindo tudo na terra do Axé... Até que deu pro gasto... pra quem tá longe e gosta de carnaval é melhor isso do que nada, é ou não é? Deu até pra dar umas boas risadas com a cena que estava no limite da comédia e da depressão: as "mulatas" precisando de um sol que se apresentaram na festa... só de lembrar eu dou risada... Pra vocês terem uma ideia, a mais mulata era uma gringa que fazia qq movimento com os pés, menos samba...


Bom, mas mudando de assunto, pra retomar as postagens eu vou falar da experiência singular de fazer a unha nos estados unidos... No Brasil, era uma coisa tão natural e automática que nunca cheguei nem a pensar em todo o processo. Eu ia toda semana, ligava pra marcar com a manicure que gostava. Chegando lá era só fazer a unha,  pagar no final e ir embora.

Depois de perceber que eu realmente precisava de 4x o tempo de uma manicure pra pintar a minha unha com poucos borrões eu resolvi tentar fazer a unha por aqui. Mas eu queria uma que tirasse a cutícula... pq já tinha tentado 2 vezes por aqui e não tinha muito sucesso. E sim, eu queria tentar um lugar perto de casa... não me deslocar quarenta km pra fazer uma unha, como tem gente que faz. Aí fiz o procedimento padrão, procurei um site de expatriadas em Houston, vi uma recomendação, por sorte o lugar era menos de 2 milhas aqui de casa.

Vi que fechava as 7 da noite e resolvi ir lá depois do trabalho... tava um frio desgraçado, aí eu eu cheguei lá com aquele casaco de quem vai esquiar, de luva e etc. Era uma lojinha modesta com aquela luz neon marcando open e o preço de 30 dólares, melhor do que o que eu pagava em SP (já convertendo!!).

- "Haaai"! - disse a moça que eu acho que é vietnamita ou tailandesa, com um sotaque mais carregado que o meu - Como posso ajudar madame?
 Ainda um pouco chocada com aquela produção em série, com milhares de moças todas iguais e o naquele espaço pequeno eu disse:

- Mani-pedi? (abreviação de manicure e pedicure)

- Ceeeeerto madame minha querida (sim elas emendam o ma'am com o my dear em todas as frases), pode escolher a sua cor e sentar na cadeira 2.

Demorei um pouco pra entender que precisava escolher a cor e fui me dirigindo a cadeira 2, mais por causa do gesto que ela fez do que porque realmente tinha entendido... ai fui andando assim como quem vai mais não vai... meio hesitante... até que a moça me pegou pelo braço (não tão delicadamente quanto eu esperava) e eu consegui entender a palavra "color" no final. Ai fiz a sinapse e fui escolher a cor. Depois sentei na bendita cadeira 2. Bem acolchoada e confortável.

 

As moças que iam fazer minha unha chegaram e uma delas se esgueirou do lado da cadeira 2. De repente: ziiiiiiiiiiiiiiin. A cadeira começou a inclinar e a me massagear. Cadeira massageadora... huuum, chique! E agradeci por ela não ter me perguntado. Simplesmente ligou e me deu o controle na mão. A cadeira é tipo essa da foto aí embaixo.



Agora era só relaxar e... Oi? Olho pra frente e a moça tava fazendo um monte de gestos, aparentemente era comigo... ah sim... é definitivamente comigo. Oi? Tirar o casaco... mas eu ainda tô com frio, gente... (todo esse dialogo interno era em pensamento). Achei melhor obedecer.

E foi aí que percebi como fazer a unha aqui tem um procedimento super bem definido e que não mudou nenhuma vez desde que fui lá. Chega, escolhe a cor, senta na cadeira, tira o casaco, dobra a calça e por aí vai. E POBRE DE VOCÊ que saiu da sequência. As mocinhas vão colocar vc de volta no trilho nem que tenham que puxar pelo braço.

Aí começou o processo da unha mesmo, na sua sequencia bem definida tb. Até que a moça resolveu começar uma conversa... Veja bem... se eu não estou entendendo ela falando comigo "normalmente"... imagine com aquela mascara de gripe suína na boca... eu pegava palavras aleatórias e transformava uma palavra numa conversa que tentava conectar essas palavras... tentando não parar de falar até a próxima hora de mudança do procedimento. Como postei uma vez no face, a conversa chegou num ponto que eu pensei que a moça tava mandando eu levantar a perna e, na verdade, depois concluí que ela queria saber onde eu morava. :-D

Aí no meio do ciclo ela mandou tirar o relógio e a aliança e fez uma massagem no meu braço até o ombro com um hidratante (aí o tirar o casaco fez sentido). E me mandou colocar de novo o relógio e a aliança. Tudo no fluxo bem definido de sempre. A outra moça continuava frenética no pé. E de repente a moça fala:

-Now you pay to me (tradução: agora vc paga pra mim).
"Oxe meu bem... vc nem começou a pintar", pensei. Devo ter feito uma cara de interrogação tão grande que ela completou:
-Assim vc não estraga sua unha. Sua unha. Estragar. Não estraga a unha. Minha querida, madame.

Aaaaaaah, e mais uma vez o fluxo cadenciado delas fez sentido: a gente paga antes de pintar e não precisa meter a mão na bolsa e borrar o esmalte na saída (coisa que já fiz zilhões de vezes no Brasil). E depois que a gente paga e diz quanto vai ser a gorjeta (sim, objetividade master pra ela não precisar ajustar o valor no cartão depois) ela continua a pintar.

Uma coisa muito diferente tb é que elas ficam falando entre si, em murmúrios na língua nativa... que realmente me leva a pensar como elas conseguem ter uma conversa falando tão baixo. Às vezes uma fala lá no extremo norte da sala e a outra do extremo sul responde com um "chan chin chon, chaaa-án ná náá... á ná" (isso foi uma onomatopeia pra tentar descrever o tipo do som que ouço). No começo eu ficava sobressaltada, ligada em qq ruído que fosse direcionado a mim... depois relaxei... qq coisa ela me pegava pelo braço ou fazia um imagem e ação do que eu deveria entender.

Unhas pintadas, super brilho passado e... hora de ir embora, certo? Não, errado! Vc tem que descansar sua unha por 10 minutos (no mínimo) em uma mesinha com uma luz / aquecimento que fazem vc sair com o esmalte praticamente seco de lá. E depois da mesinha vc está finalmente pronta pra ir embora.

Eu particularmente gostei bastante desse lugar, tanto que volto lá praticamente toda semana. Elas tem um método agora já entendo cerca de 50% do que elas falam e elas tiram a cutícula razoavelmente bem. Tudo bem que não usam acetona (borram pouquíssimo os dedos, mas sempre fica aquele pouquinho de esmalte na pele). Já estou tão cativa lá que elas já me conhecem. Outro dia uma gostou na minha blusa e me pediu pra entrar no site pra ver se ainda tinha pq ela amou a estampa. Depois mandou eu girar e me pegou e me deu um giro digno de dançarino de zouk pra ver a blusa atrás. Tive até vontade de dar aquela jogada no cabelo, falar tum-tum-pá e fazer um cambret, hahahaha! Esse é o nível...

Me divirto! Um beijão gente e até a próxima! Continuem acompanhando as nossas aventuras. Estamos com saudades de vocês.